Dia de Proteção às Floresta

No sábado dia 17 foi comemorado o dia de Proteção às Florestas

As florestas são ecossistemas mais ricos em espécies animais e vegetais. Nunca e demais ressaltar que sua destruição causa danos irreparáveis à vida. Erosão dos solos, perda de biodiversidade e degradação de áreas das bacias hidrográficas. Muitas áreas de coberta por florestas já não existem pela ação do homem e das mudanças climáticas e outras que ainda estão em pé existem por força de lei e de projetos mantendo área de reservas.

E difícil falar de assuntos como estas perdas uma vez que nossa região e tão abundante por ex os recursos hídricos. Porem temos que pensar que o que acreditávamos ser inesgotável hoje percebemos que esgota e traz danos a vida do homem.Homem o principal agente de mudança deve sempre pensar que o temos hoje temos que cuidar para gerações futuras.Um novo modelo de desenvolvimento deve ser pensado e adaptado.

A NOOLHAR atendeu com o projeto Amazônia NOOLHAR que trata entre outros as florestas e sua importância cerca de 10.000 jovens e crianças em 2009 levando a mensagem da importância da conservação. Acreditamos que só conservamos aquilo que conhecemos. Muito além dos números o importante e a mudança e pensar que nossa atitude deve ser pautada na sobrevivência da nossa espécie no planeta.

Força Tarefa faz realiza ação em Mosqueiro

Participação da ONG Noolhar foca a coleta seletiva do lixo nas praias.

Neste terceiro final de semana das férias escolares, o projeto Força Tarefa de Proteção da Zona Costeira chega na ilha do Mosqueiro para levar até aos veranistas ações educativas voltadas para a preservação do meio ambiente. O projeto envolve ao todo 28 instituições entre federais, estaduais e municipais, além da sociedade civil organizada.

A ONG Noolhar, também parceira deste grande projeto, realiza uma campanha de conscientização com os veranistas para o recolhimento do lixo produzido nas praias da bucólica. Barraqueiros das praias mais movimentadas do Mosqueiro receberam bags, sacolas gigantes para coletar os materiais que podem ser reciclados.

Instituições como BPA,DEMA,SPU,PROCON,MPEG,AGU que fazem parte da FTPZC irão fazer orientações sobre,alimenta;ao cuidados ambientais para os veranistas. “Vamos também fazer orientações sobre o acumulo de lixo, o impacto e os problemas gerados por este acumulo nas praias”, diz Denis Moreira , coordenadora da For;a Tarefa de Proteção da Zona Costeira. Tendas serão montadas na praia do Chapéu Virado para orientar os veranistas sobre o destino adequado do lixo.

Cerca de 100 alunos dos cursos de oceanografia e engenharia de Pesca  das Universidades Federal do Pará – UFPA e Universidade Federal Rural da Amazônia – UFRA vão participar da ação.

“Vamos também fazer atividades para as crianças. Os que levarem as suas garrafinhas de água vão transformar em chaveirinhos e conscientizar pela proteção do meio ambiente”, ressalta Patrícia. Outra atividade desenvolvida com as crianças será a construção de uma escultura em forma de tartaruga com materiais recicláveis encontrados na praia.

Mosqueiro possui outras ilhas anexas como a Ilha das Pombas, Maracujá, Guaribas, Muribira, São Pedro e ilha dos Amores. Ela fazem parte do total de 49 ilhas fluviais que compõem o município de Belém.

Mosquerio produz mais de 300 toneladas de lixo em uma semana de férias.

Neste final de semana, a Agência Distrital de Mosqueiro contabiliza receber na ilha cerca de 400 mil veranistas. São em média 50 mil carros de passeio que entram na Bucólica nos três dias do final de semana, sem contar com motos e ônibus. Segunda a Secretaria Municipal de Saneamento – Sesan, com esta grande quantidade de pessoas circulando na ilha do Mosqueiro, é produzido durante uma semana de férias de julho, cerca de 335 toneladas apenas de lixo domiciliar, sem contar com a limpeza das praias, entulhos, capinagens e podas das árvores. Um total de sete caminhões recolhem todo este lixo que é despejado no aterro sanitário do Áurá.

“Já pensou essa quantidade toda de lixo há mais para o Aurá? ”E a quantidade que fica nas areias e ruas. Reflete Patrícia. Ela conta que cerca de 70% deste lixo pode ser reciclado e devemos pensar que enquanto a água pode faltar o lixo sobra. Nosso Aurá já não suporta esta quantidade de rejeitos.,q Por ser um balneário mais freqüentado no período de férias, o lixo mais produzido pelos veranistas são embalagens de bebidas, como latinhas de cervejas e refrigerante, e garrafinhas de água mineral. “Tudo o que o veranista produz, deve ser separado. Procure acondicionar os seus lixos em sacos diferentes. O que é orgânico e o que pode ser reaproveitado, o veranista deve ter a consciência de separar e entregar para a reciclagem”, orienta Patrícia.

Ela conta que a ilha já possui muitos catadores recolhendo materiais recicláveis nas praias durante este período de férias. “O lixo para reciclagem que você separou e não encontrou um catador na praia, procure uma informação na sua barraca e coloque nos bags que estiverem nas barracas”, relembra.

Outras dicas para deixamos somente as pegadas na areia e não um rastro de lixo, doenças e fazer pequenas mudanças de consumo.

Compre sempre que possíveis refrigerantes em garrafas de vidro/

Leve com você um saco de lixo ou uma sacola retornável para acondicionar seu lixo/

Prefira alimentos naturais da região e que não venham com tantas  embalagens

Fonte: Open Comunicação/Noolhar

 
 
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